Livro

LANÇAMENTO !!! Meu livro “Informática para Concursos – Teoria e Questões”, 3a edição, editora FERREIRA.

Link: https://www.editoraferreira.com.br/1/47/176/224/editora-ferreira/livros/informatica-para-concursos/

6 de agosto de 2007

Conceitos Importantes - parte IV - ECC, EDO

ECC (Error Checking and Correction – detecção e correção de erros)
Detectar e corrigir erros da memória. Usou-se corrigir erros do armazenamento de dados de e isolar falhas. Baseado em um conceito de equações polinomial simultâneas, o processo do read-back gera um "correction perfile" que é exclusivo sobre os dados incorretos. Todos os ECCs têm uma taxa de falhas muito pequena, mas finita; isto é, alguns erros incorretos parecerão tão corretos ou aparecerão quanto não tendo nenhum erro em tudo. Em uma ou outra situação, os dados maus são passados como verificado e válido. Trabalha com paridade, um bit é enviado no inicio da transmissão e outro no final, também pode usar mais de um bit de inicio e mais de um no final.

EDO (Extended Data Output)
Foram introduzidas a partir de 1994 e trouxeram mais uma melhoria significativa no modo de acesso a dados. Nas memórias FPM, uma leitura não pode ser iniciada antes que a anterior termine. O controlador precisa esperar que os dados referentes à leitura anterior cheguem. O resultado acaba sendo exatamente o mesmo, mas passa a ser feito de forma mais rápida. Usadas em uma placa soquete 7, operando a 66 MHz. Os chips de memória EDO foram usadas predominantemente na forma de módulos de 72 vias, usados nos micros 486 e Pentium fabricados a partir do ano de 1995. Existiram ainda alguns módulos DIMM de 168 com memória EDO. Eles foram bastante raros, pois foram logo substituídos pelos pentes de memória SDRAM. As melhorias na arquitetura das memórias EDO tornaram-nas incompatíveis com placas mãe equipadas com chipsets mais antigos. Basicamente, apenas as placas para processadores Pentium e algumas placas mãe para 486 com slots PCI (as mais recentes) aceitam trabalhar com memórias EDO. Existem também placas para 486 “tolerantes” que funcionam com memórias EDO, apesar de não serem capazes de tirar proveito do modo de acesso mais rápido, e finalmente, as placas incompatíveis, que nem chegam a inicializar caso sejam instaladas memórias EDO. Todos os módulos de 30 vias são de memórias FPM, enquanto (com exceção de alguns módulos antigos) todos os de 168 vias são de memórias SDRAM. A confusão existe apenas nos módulos de 72 vias, que podem ser tanto de memórias EDO quanto de memórias FPM. Para saber quem é quem, basta verificar o tempo de acesso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário